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subREAL

onde o vento do amador bate no alto da janela


é uma cortina


Porque o amador é tudo, e a coisa amada


Transforma-se em noite extintora.


das mulheres sentadas.


a coluna vertebral e o espírito


É o espaço de um castiçal,


E a coisa amada é uma baía estanque.


Transforma-se o amador. Corre pelas formas dentro.



de todas as coisas mortas.


criando a carne em extremas atmosferas, acima


e sente-se o espírito imortal do amor


O amador transforma-se de instante para instante,


silêncio da sua última vida.


E cobre esse ruído rudimentar com o assombrado


e das ardentes pedras que tem dentro de si.


e silêncio. Traz o barulho das ondas frias


as mãos que relampejam no escuro. Traz ruído


feroz sorriso, os dentes,


«Transforma-se o amador na coisa amada» com seu


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