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subREAL

de beleza.


e morrer com um pouco, um pouco



na aprendizagem da paciência de vê-las erguer


junto ao modelo das searas,



entre um incêndio,


Falemos de casas como quem fala da sua alma,


como uma secreta eternidade.


até uma baía fria - que talvez não exista,


celestes que fulguram lentamente


Casas são rios diuturnos, nocturnos rios


nos abandona para sempre


para cheirar muito cedo, ou à noite, quando a esperança


Falemos de casas, da morte. Casas são rosas


- E de tudo os espelhos são a invenção mais impura.


está longe da canção que era preciso escrever.


doce e obsessiva - tudo isso


Mas casas, arquitectos, encantadas trocas de carne


sobre as águas ao comprido do céu.


- E as casas levantam-se



da inspiração


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